Dos Infinitos
Na flor da pele traz vestido o arrepio.
No espelho do olhar pode vislumbrar-se no horizonte, um sonho.
Na profundeza da alma as mãos beijam-se.
No canto da boca a palavra torna-se verbo sussurado.
Dos Infinitos
"Podias dizer tanto e tanto que dizes em nenhuma palavra.
Podia dizer outro tanto e tanto mais em uma única palavra.
Podemos desistir de palavras certas e certas palavras irão ainda persistir-nos."
Carta de amor
Esta declaração de amor.
Esta bela história de amor.
Aquela dorzinha nas palmas das mãos.
Fechar os olhos e sonhar, sonhar, sonhar.
J'adore ça
Hoje foi a minha companhia, escolhi-a pela melodia mas acabei por ter de reler esta letra maravilhosa (sou a mais acérrima romântica incurável mas leiga em francês) e render-me outra e outra vez a escutar amor cantado!
Aqui no trabalho ouço só para mim, partilho-a convosco!
Dos Infinitos
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| Foto retirada da net |
"Guarda-me num cantinho pequeno, num pedacinho de lembrança, naquele breve momento em que se beija e se esquecem os arredores, numa tarde de sol envergonhado dois corações nervosos, lá num interregno de saudade por saldar que da espera se fez parar o relógio e no espelho se imortalizou um abraço.
Sabes? Esse pequeno cantinho onde se guarda o que se deseja e se deseja relembrar em pequenos pedaços e nos faz nascer sorrisos no olhar, beijos na palma da mão e também um aperto pequeno no coração.
Guarda-me aí nesse lugar pequeno que, entre apertos e batidas, guarda pequenas/grandes histórias."
Em 15.07.2018
Quando...
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| Foto pelos olhos e câmara fotográfica da minha mana-cunhada a dois dias de completar mais um aniversário |
...uma imagem vale por mil palavras e outras tantas, esta é só e apenas a foto que mais gosto, a que retrata fielmente por fora, quem e o que sou: um sorriso meio envergonhado, sincero, distraído, sonoro, sem pose.
Esta sou eu e confesso que, a cada dia que passa, gosto mais e mais, de mim.
Ode ao Outono
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| Imagem retirada da net Escultura de George Lundeen |
"Quando, Lídia, vier o nosso Outono
Com o Inverno que há nele, reservemos
Um pensamento, não para a futura
Primavera, que é de outrem,
Nem para o Estio, de quem somos mortos,
Senão para o que fica do que passa —
O amarelo actual que as folhas vivem
E as torna diferentes."
De "Odes" Ricardo Reis, heterónimo de Fernando Pessoa
Aprendi a amar o Outono, como amo o Verão, certo é que a pele seca como as folhas, o olhar até pode manter o brilho de outras Primaveras embora arrefeça como o sol que se deita no mar nas curtas tardes de finais de Setembro.
O sonho não envelhece, nem tão pouco esmorece ou arrefece na chegada dos Outonos, o sonho que sonho é Verão perene, é folha verde em flor desabrochada, é um sem fim de madrugadas quentes, noites estreladas de luar, naquele Jardim onde o velho banco de madeira velha é feito lar de duas mãos entrelaçadas, olhares de Outono que se ama e beijos de Primavera apaixonada.
Infinitos carinhosos a todos/as e sinceras desculpas por esta ausência de visitas/comentários/novidades!
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